terça-feira, 26 de janeiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Apenas Sobre...
Sobre...
Que a poesia não seja apenas,
palavras em livros e algumas
falas declamadas em espaços líricos.
Que a mesma seja mutante,
declamante e pulsante
sobre aquilo que ela apresenta,
fora da estante.
Que elas sejam propostas de mudanças,
para alcançarem outras instâncias,
outras vertentes,
para invocar
cabeças pensantes.
Vander Che
2016
***
Ao Ser
Ser e Agir.
À todo instante.
Ler e Crescer.
À todo ato pensante.
Ser. Agir. Ler. Crescer.
Pra onde?
Não sei.
Mas sei
Que vou
Sobreviver.
Vander Che
2016
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
2016. Tiros e Bombas.
![]() |
| Foto: Giba Bergamim Jr. Protestod do dia 12/01/2016. |
Estado de Guerra.
Menos Anacronismos...
E mais Ações Diretas.
Respeitemos por demais
Alguns fatos da História.
Que tenhamos novas posturas,
Mediante a atual escória.
Sujeita a impugnações
E atitudes desonrosas.
Advindas de um Estado
Que não pratica o Diálogo.
Exerce Repressão.
Extremamente Desumana.
Combate todo o povo.
Com bomba, gás e explosão.
Levando todos para
O chão.
Com bomba, gás e explosão.
Levando todos para
O chão.
Vander Che
2016.
Pensamentos de um ser, que como você, sofre nessa cidade, porém não aceita de cabeça baixa algumas diretrizes advindas de cima pra baixo.
Juntxs podemos ser mais, muito mais.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
A última poesia do ano, de 2115.
Que ano (Um breve relato de um ano interminável)
Desvairado de desníveis.
Nada linear e nem concreto.
Tudo muito incerto.
E ao relento.
Fui dobrando meus joelhos
Re-descobrindo alguns desejos.
Sem saber...
Se era o certo,
Se era bom,
Se era correto.
Manter a cabeça erguida, não foi tão fácil assim.
Vontades de desistir, tive muitas sim.
Mas eu conseguir segurar
Toda peso da decisão.
De continuar só por essas estradas
Que me reservou descoberta, alegria e, às vezes, até o nada.
Do que se foi, ficaram lembranças.
Do que brotou, algumas coisas já se foram.
Do que almejei, alcancei pouco.
Do que aprendi, levarei comigo pra todo sempre.
Sem desdém.
Vander Che
2015.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Mais uma
Golpe de Estado
A cada gota de sangue inocente.
Em troca de mixarias
Totalmente incoerentes.
Vidas que sempre são derramadas e escorraçadas
A cada passo dado,
Diante
Da nossa
Existência.
Da nossa
Permanência.
Da nossa
Eficiência.
Da nossa
Descrença.
Entramos em decadência
E infelizmente
Numa alta frequência.
Sem ter consciência muio menos ciência.
Apenas falência, e mais nada.
Pois o Golpe foi do Estado.
Isso é FATO!
Da nossa
Existência.
Da nossa
Permanência.
Da nossa
Eficiência.
Da nossa
Descrença.
Entramos em decadência
E infelizmente
Numa alta frequência.
Sem ter consciência muio menos ciência.
Apenas falência, e mais nada.
Pois o Golpe foi do Estado.
Isso é FATO!
Vander Che
2015
2015
Pra pensar... A mim mesmo.
Reflexões Artísticas
Pouco humano.
Mudanças de atos.
Imersos em outros planos.
Apenas uma observação.
Sem contra indicação.
Firmão?
Vander Che
Meia erótica, talvez.
Sem título.
Que tua boca salivada
Possa inundar minha alma.
Que teu corpo sobreponha
Desejos de ternura e desonra.
Que tua vontade
Seja parte
Das asperezas da conduta
Sem ter culpa.
Que nossos laços
Sejam perversos.
Em traços.
Em gozos.
Em gestos.
Que sejam libertos.
Nem que, para isso
Eu me torne desonesto.
Sem retrocesso com meus afetos.
O jogo está aberto,
E nossos corpos se transformarão...
Na partida seremos espertos
Como duas sementes em um campo fértil.
Para germinar a revolução.
Nesse mundo.
Nesse plano.
Nesse chão.
Que tua boca salivada
Possa inundar minha alma.
Que teu corpo sobreponha
Desejos de ternura e desonra.
Que tua vontade
Seja parte
Das asperezas da conduta
Sem ter culpa.
Que nossos laços
Sejam perversos.
Em traços.
Em gozos.
Em gestos.
Que sejam libertos.
Nem que, para isso
Eu me torne desonesto.
Sem retrocesso com meus afetos.
O jogo está aberto,
E nossos corpos se transformarão...
Na partida seremos espertos
Como duas sementes em um campo fértil.
Para germinar a revolução.
Nesse mundo.
Nesse plano.
Nesse chão.
Vander Che
sábado, 7 de novembro de 2015
Mais uma
A nós
Que a tua decisão
Não sentencie o meu sonho.
Pois os passos que damos,
Está para o além,
Do Horizonte.
Que a tua decisão
Não sentencie o meu sonho.
Pois os passos que damos,
Está para o além,
Do Horizonte.
Vander Che 2016
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