quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

TEMOS A FERRAMENTA, AGORA É SÓ SABER USAR.



É PRECISO PERSISTIR.
(NEM QUE SEJA NUMA MERA POESIA)

Longe,
Constante.
Instigante.
Humilhante.

Farto,
Retrato.
Histórico.
Ideológico.

Chora,
Inglória.
Pessoas
Mortas.

Lutas
Intrigas,
Prós
Contra.

Cheirosa
Incessante
Grandiosa
Ofegante.

Quem sabe um dia
Podemos dizer sem ter medo.
Que o que mais queremos,
É respeito pelos nossos Direitos.

xCHEx.
2011.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

WORKSHOP DE GRAFFITI.


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http://www.periferiainvisivel.com.br/noticia_principal_03.html

PENSAMENTOS.

SEJA O QUE FOR.

As coisas acontecem geralmente ao relento,
Dos assuvios dos pássaros que sobrevoam
As Cordilheiras anunciando algumas angústias 
Dos nossos Antepassados, 
Considerados: Marginalizados e discriminalizados
Por suas atitudes revolucionárias.

Seja como for, haja o que houver
Temos que caminhar com as cabeças erguidas
Pra mostrar que viemos pra ficar e pra lutar, 
Sem esperar que a solução
Esteja na Mão do Capitalista
Que com suas artimanhas
Dominam as pessoas em busca de riquezas
E dá em troca a ilusão que seremos sempre
Irmãos na esperteza.

Ahhhh, se o mundo inteiro me pudesse ouvir
Teria tanta coisa pra reclamar, 
Pois as nossas vidas estão sendo corrompidas
Com outro Sistema chamado Capitalar.
Pois o mesmo sistema esta pronto pra
Captar as informações do mundo
E jogar em nosso LAR...

Seja lá como for, sejamos fortes pra destruir
Os que manobram estes horrores 
Que estão no ponto pra 
Nos Iludir.

Devemos ocupar, produzir os nossos sonhos
Sejam eles utópicos ou não, tem que estar
Em nossos planos.
O que não dá pra fazer
É ficarmos esperando, 
Com a convicção de que seremos Privilegiados
Num sistema Des-capitalizado e Des-humano.


Desde a névoa gelada que cai nos capinzais,
Até o mormaço que recai nos campos do sertão.
Talvez seja esta a maneira que a Mãe Terra, 
Da nossa Santa Natureza nos pune com um Trovão.


Sua resposta é imediata, por
Causa das nossas irresponsabilidades 
Que nós, seres humanos, provocamos
Na velocidade da desigualdade.

Que alguns deixam dominar o 
Nosso querido Chão.
Depois entram em nossos lares
Trazendo dor e lamentação.


Quem sabe um dia isto mude
Pra que possamos vivenciar
As mesmas utopias e sonhos
Que nossos antepassados labutaram
Sem jamais cessar.


xCHEx
2011.